DANEE TEM DE JOGAR MAGO SE NÃO NÃO GANHA POSTO 2! \Ò.O/ + pressão
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Livros Traduzidos de Mago: A Ascensão
Rogue Council
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27 de abril de 2010

Post Final

Assim a treva em luz se tornará, e em dança há de o repouso se tornar.
Murmúrio de águas velozes e relâmpagos de inverno.
O irrevelado tomilho selvagem e os morangos silvestres.
O riso no jardim, êxtase repetido pelo eco
Jamais perdido, mas que reclama e persegue a agonia
Da morte e do renascimento.
- T.S. Eliot, "East Coker"


E tudo termina com Choque de Retorno, o mal dos Magos. 100 pontinhos acumulados, despejados nas almas de oito mágicos desavisados. Tsc tsc tsc... Não tinha como dar mais errado. Mas, enfim, deixo o final póstumo de cada personagem aqui; que sirva de lição para vossos chars futuros... (hya hya hya hya!! x3)

O Choque de Retorno de vocês foi baseado em Forças e Tempo, por terem sido as Esferas mais usadas na cena, e responsáveis pelas maiores mágikas. Desta forma, houve uma revolta nos céus, nuvens negras e uma chuva de fogo que caiu sobre os magos presentes; juntamente houve um vórtice temporal, uma instabilidade no Tempo-Espaço. Os personagens que não morrem instantâneamente por conta da chuva de fogo são tragados por esse vácuo espaço-tempo. Comecemos então da porta da Capela Akasha....

Percebendo a instabilidade mágica que se aproximava, Soi Fong encaminha todos para fora do templo, ao mesmo tempo que chama pelos seus Aprendizes. No meio da correria e gritaria, todos vocês saem, alguns sendo carregados (como Antônio e Irwine, já inconscientes). Na frente do templo vocês vêem a movimentação no céu, o ar pesado e a sensação de que o castigo será grande.


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Eles esperavam ver a encosta cinzenta coberta de urzes da charneca subir e subir até se unir ao nublado céu de outono. Mas, não, foram recebidos por um fulgor de luz solar que entrava aos borbotões como a luz de um dia de junho a invadir a garagem quando você abre a porta. A luz fazia as gotas de orvalho sobre a relva cintilarem como contas e destacava a sujeira no rosto manchado de lágrimas de Jill. E a luz do sol vinha do que certamente parecia ser um mundo diferente, pelo que eles conseguiam dislumbrar. Eles viram um gramado acetinado, tão acetinado e brilhante como Jill jamais tinha visto, e um céu azul e, voando para lá e para cá, coisas tão brilhantes que poderiam ser jóias ou enormes borboletas.
- C.S. Lewis, "A cadeira de prata"

Perdi minha paixão: por que deveria preservá-la
Se tudo o que se guarda acaba adulterado?
Perdi visão, olfato, gosto, tato e audição:
Como agora utilizá-los para me aproximar de ti?
-T.S.Eliot, "Gerontion"

Mutnefret, Karnefret e Irwin Arslan

Instantes antes das primeiras bolas de fogo tocarem o solo, Irwin chega à porta do Templo, trazendo Nayara no colo, ainda debilitada e desacordada por conta do ritual com o Bellfire feérico. Percebendo a situação, ele age rápido, impulsionando magicamente os três Aprendizes de Soi Fong (que já vinham correndo para fora seguindo o chamado da Mestra) para dentro do templo.

Ele não tem tempo de fazer o mesmo com Nayara, ou de colocar a si mesmo e a Karnefret a salvos. As primeiras chamas que caem atingem os três; é possível ver o Avatar de Irwin, um enorme leão dourado, se desprendendo de seu corpo, no momento em que os três são tomados pelas chamas. O Avatar de Nayara também começa a se soltar, mas alguma coisa no ventre dela emana uma luz intesa que sobresai ao vermelho do fogo e envolve tanto seu Avatar quanto seu corpo.

Somado à instabilidade tempo-espaço na área, o Bellfire em Nayara reage e traga os três para um vórtice direto ao Sonhar. Devido à sua ligação com a pedra dos Changelings, a consciência de Nayara (bem como seu Avatar) são fundidos ao Sonhar. Ela se torna uma imensa planície de um verde muito claro, coberta por pequenas flores brancas e violetas onde o sol sempre brilha calmo e imponente. No seu centro há uma grande pedra vermelha, de formato piramidal, ao redor da qual alguns kith de fadas gostam de realizar seus festejos no verão, quando um bardo de trejeitos estrangeiros costuma aparecer para contar histórias de terras distantes. Dizem que nas noites de lua clara, uma quimera similar a um grande tigre rajado persegue todos os que se aproximam da pedra central, embora não haja provas da real existência dele.

Tornou-se conhecido pelos contos dos Sidhes que atravessam o Caminho de Prata, relatos sobre um jovem de longos cabelos castanhos, carregando uma jovem dormente nos braços e um instrumento de cordas nas costas, que questiona os viajantes sobre a direção do Reino das Maçãs. As fadas mais sensíveis dizem que ele parece não saber estar morto, e que a jovem que carrega não é mais que uma ilusão.

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Em formações bem dispostas,
Marcham entre lanças azuis
Bando de rostos pálidos e cabelos cacheados.
Dispersam os batalhões inimigos,
Devastam as terras que atacam,
Esplêndidos, eles marcham para o combate,
Uma hoste célere, única e vingativa!
- Kuno Meyer (trad. do irlandês), "The Host of Faery"

Antônio Maria de Jesus e Vitale Putzanov

Os dois Magos recebem honrarias póstumas de suas respectivas Tradições. Os adeptos dos Cavaleiros de São Jorge referem-se a Antônio como um caçador de bestas e matador de demônios; alguns associam sua vida e sua bravura diante das batalhas com as de São Jorge, bordando em suas vestes os símbolos que Antônio carregava nas suas próprias, como crença de que afastarão espíritos demoníacos e sombrios. Os Cavaleiros de descendência mais próximas às de Antônio fazem menção à seu nome em prezes contra criaturas infernais.

Os Verditius sentem pela perda de Vitale, que não deixou herdeiros para a posteoridade dos Putzanov e nem discípulos que eternizassem seu conhecimento de forjas mágicas. Seu martelo de batalha é restaurado, depois do dano causado pelo Choque de Retorno, pelo Mestre Fulano, Diácono da Capela Hermética no Egito. Antigo amigo do Alquimista Putzanov, pai de Vitale, último guardião dos segredos trazidos pelos Solificati enquanto ainda Tradição, Mestre Fulano cria outras duas Maravilhas, réplicas da de Vitale, e as nomeia "Martelos de Putzanov", entregues apenas aos Herméticos-ferreiros de maior renome dentre os Verditius.

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Quando a água é calma, somos o mistério do lago.
Somos a risada no ocaso,
Atrás do morro, do outro lado.
Aqui ficamos para ver-nos rir
E perder-vos porque quereis.
Mas, de lado par'o sol estamos, e vós não nos vereis.
- Harslips, "Sideways to the Sun"

Soi Fong Li

A jovem Akasha morre deixando ao léu três Aprendizes e uma Capela semi-destruída (de novo). Embora os Akashas de maior poder tenham intentado enviar à Capela de Soi Fong um novo Mestre residente que pudesse regê-la, seus três Aprendizes decidiram montar uma pequena Cabala, e guiar o templo por conta própria.

As cinzas de Soi Fong (ou o punhado de pó que as três crianças julgaram ser o corpo da Mestra...) foram espalhadas ao redor do templo, ao qual os pequenos Akashas deram o nome da Mentora. 

Muitos anos depois, o mais velho dos Aprendizes de Soi Fong descobre uma antiga entidade enterrada nos fundos do templo e, desavisado, rompe um selo de proteção. Ele liberta um Avatar, com aparência de enorme anjo branco, que sobre aos céus e some, mas, juntamente, solta também algo maior, uma entidade de grande poder, chamada na sua cultura pelo nome de ??? (Anunnaki). Sem poder para controlá-lo, o jovem Akasha é possuído pelo espírito e seu Avatar dominado pelo mesmo, que passa a reger a Capela no corpo do jovem sem ser descoberto (até o momento).


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Você tem o mesmo que todos os outros: uma vida, nem mais, nem menos.
- Neil Gayman, "Sandman: Vidas Breves"

Aleksyéi Ivanovich



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Ah, como é que vim parar aqui e continuei a flutuar,
Sem nunca chegar ao fundo e só cair,
Sossegado e atento?
Todas as minhas fronteiras bidimensionais se foram,
E foi com alegria que perdi
E vi o mundo desmoronar e pensei estar morto,
Mas descobri que meus sentidos ainda funcionavam...
- The Byrds, "5D (Fifth Dimension)

Irwine Amarante

Um dos primeiros a morrer, devido a seu estado já muito debilitado. Embora o Avatar de Irwine se liberte e retorne ao seu ciclo de reencarnação, sua consciência é engolida pelo vórtice de espaço-tempo e aprisionada em um linha temporal específica. Nela, Irwine nasce sem a marca de Destino; seu pai não trai os Adeptos para a Tecnocracia e, embora cresça em meio à Sociedade Mágika (filho de um Adepto e uma Ethérea), Irwine não chega a Despertar. Nessa linha, a consciência de Irwine de nada se lembra dos acontecimentos vividos.

Sindy morre no momento do Choque, pois seu corpo mecânico entra em curto ao ser atingido por uma rajada de fogo e raio. O espírito do Familiar é liberto junto ao Avatar de seu Mago. 

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O Conselho dos Adeptos, presidido por Ellen Nishida, designa o mago Chritopher Shy para investigações póstumas no Sanctum e pertences de Irwine. Pelo acesso aos e-mails que Irwine trocava com seu pai, Shy encontra estática temporal nos IP's, e após longos estudo e investigação - mágicos e mundanos - que tomam meses de trabalho, declara oficialmente suas descobertas e o Conselho isenta Irwine Amarante das acusações prévias de traição e conspiração.

Suas palavras são tomadas como um alerta ao qual deveriam ter dado ouvidos, e suas atitudes de uma sabedoria que os magos não compreenderam. O assunto e o perigo alegado pela vinda e avisos de Irwine são tomados como dispersos e encerrados. 

Se a morte de Irwine no Passado-Atual pode ter interferido na linha futura e cancelado totalmente a possibilidade dos fatos que ele tentava impedir, é uma especulação possível, mas a qual não se pode dar 100% de crédito. Um Conselho interno dos Adeptos (presidido por Ellen), deteve algumas das informações apresentadas por Christopher Shy e mantêm-se atento regularmente às manifestações temporais, temendo que o futuro descrito por Irwine possa ainda acontecer.

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Durante as investigações, uma Batini chamada Laksmi al-Akbar, surge à procura de Irwine e um tal Diário roubado de uma Capela Batini no Oriente Médio. Em pose do diário, Christopher negocia a sua devolução em troca de explicações sobre os textos nele contidos. A explicação de Laksmi sobre a Teia da Fé coloca a peça final no quebra-cabeças que Christopher, há anos, tentava completar: a localização do lendário Monte Qaaf (era ele que você devia ter procurado, D. ^^").

Em um dos caminhos da Teia Digital, pelo súbito lampejo de iluminação  recebido ao desvendar a metáfora do "lugar" Um, Shy se descontrola e tira a venda da bela jovem no centro do Labirinto de Heras. A sabedoria nos olhos dela o Ilumina, e ele reconhece uma verdade perdida. Ele Ascende, como já Ascendera tantas outras vezes, mas morre transformado numa estátua de pedra branca, como já morrera tantas outras vezes...

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As declarações de Shy também configuram as atitudes de Aleksyéi Ivanovich, dos Euthanatos, como imprudentes, uma vez que, mesmo inconscientemente, Irwine era uma das fontes de informações Tecnocratas dentro dos Adeptos. As honrarias póstumas lhe são retiradas, mas seu nome dentre os Cálice é mantido intacto pela politicagem discrição dos Euthanatos.

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Esta é a verdadeira beleza: a que te prova
Ser divina e vinda do germe celeste:
Obtida do Espírito feérico de onde
Veio a beleza exata e pura que te veste.
- Edmund Spencer, "Amoretti"

Augusto Scintila Áquilla (Fabiano)


Após o julgamento dado pelo Conselho a Nayara e aos delitos de Irwine, decepcionado e com a fé no compromisso das Tradições abalada, Augusto decidiu agir por conta própria.


Passou anos procurando por Dedalus para tentar por fim à ameça que a criatura representava. Embora por vezes o tenha encontrado, o Revenante estava sempre um passo a sua frente. Um sentimento intenso de impotência surge então, e Augusto percebe que não seria capaz de cumprir seu objetivo sozinho.


Sem o apoio devido das Tradições, vendo no restante de sua recente Cabala pessoas que fariam de tudo para cumprir as ordens do já famigerado Conselho, e impossibilitado de agir contra Irwine e Nayara (que também representavam uma ameaça silenciosa para a qual providências não haviam sido tomadas), Augusto, inspirado por Fausto, procura pela entidade infernal de Mefisto.


Um pacto é feito. Augusto penhora seu corpo e alma em troca de meios para cumprir seus objetivos.


Graças a extensão dos novos poderes adquiridos, volta como Fabiano, oculto sob a magia infernal que não permitia a seus antigos colegas um reconhecimento imediato. Aproxima-se novamente de Irwine e Nayara, participa da empreitada contra Dedalus. E, no momento em que o Castigo vem para todos, sai ileso.


Dá o golpe final em Dedalus, impotentemente preso pela mágika de Irwine.


A ameça havia sido sanada, com Dedalus, Irwine e Nayara mortos.






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Atravessaste num silêncio escuro
A vida presa a trágicos deveres
E chegaste ao saber de altos saberes
Tornando-te mais simples e mais puro.
- Cruz e Souza, "Vida Obscura"

Guardiã dos Segredos da Lua Crescente

A Garou Fúria Negra que veio juntar-se aos Magos para alertá-los sobre suas visões, depois de muito custo para se fazer acreditar, percebe o quanto ainda são tolos os filhos frágeis de Gaia.

Guardiã atravessa a Película para a Umbra no momento em que tem a visão da ira de Gaia, e vê que as coisas sairão do controle. Da Umbra, ela enxerga a chuva de fogo que castiga os Magos, até o momento em que as cinzas tornam o ar negro e limitam sua visão.

Ela sente que algo alterou-se na Umbra também e, ao olhar para o céu, e ver a luz fosca a que foi reduzido o sol alto acima da nuvem de cinzas, percebe não se tratar mais do Reino no qual tinha entrado.

Ela estava na Pangea; mas não no Reino, aquilo não era espiritual, era físico, era temporal.

Guardiã permance sobrevivendo naquela era por muito, muito tempo. Anos depois, já cansada, com inúmeras novas cicatrizes e mais primitiva e instintiva do que nunca, ela encontra no meio daquele cenário árido e desolado, um rosto distinto: Soi Fong, mutilada e com o semblate alucinado que Guardiã atribuía à Weaver em seus pensamentos, aparece caminhando.

Ambas se estranham inicialmente, mas reconhecem-se e sobrevivem trabalham  juntas para sairem dali. Passado mais algum tempo, o próprio Reino a lança para fora.

Guardiã retorna às Fúrias. Seu valor e resistência são reconhecidos, bem como a sabedoria e equilíbrio ganhos pelas provações a que passara. Os espíritos e suas cicatrizes não mentem. Ela recebe da Alfa das Fúrias da Grécia uma nova Labrys e é condecorada por um novo e merecido Posto.


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Soi Fong Li, continuando sua história, retorna a seu templo, depois de anos dada como morta. Tomada pelo Silêncio e completamente insana, vendo espíritos e kwein-jins por todos os lados, ao perceber a presença estranha no corpo de seu antigo Aprendiz, viola seu próprio templo, toma para si o Diário Astrológico de Heylel, deixado incógnito na barriga da estátua de bronze do Buda, no centro da Capela, e foge para as montanhas do Himalaia.

Lá ela passa mais alguns anos num estudo confuso de nomes, enquanto tenta manter a salvo sua mente em meio a lampejos de consciência e alucinações desvairadas. Ela realiza o ritual proposto pelo antigo Solificatus, volta a seu templo e mata o Discípulo tomado pelo outro Anunnaki.

É deletada pelos seus outros dois antigos Aprendizes (agora já Discípulos) e perseguida pela Tradição dos Akashas. Tem tempo de procurar por Augusto, encontrá-lo e tentar matá-lo, ciente que era, na sua loucura, da verdadeira natureza do Corista. É morta por ele e seu espírito estraçalhado por uma horde infernal.

Acredita, em seus últimos suspiros de Loucura, ter vingado a morte de seu Mestre, meta que a manteve de pé e em frente diante de tudo, e que também agravou seu Silêncio consideravelmente nos últimos anos.

Mas, em seus últimos suspiros de lucidez, acredita ter cumprido seu karma, e morre sã e em paz, com o espírito zen que teve em vida, por saber também que foi a última a fazer uso dos estranhos conhecimentos daquele Diário, que ninguém encontrará no lugar em que ela o deixou...


::  FIM  ::

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Outras Figuras


Jing-Quo ("aquele que governa"), o kwein-jin mór (o "cara do cabelo branco"), após o desfecho de Irwine, Nayara e Dedalus, recebe um castigo do Rei Yama que servia, por ter perdido, de uma única vez, os três que poderiam conseguir a vinda do Rei e sua corte ao mundo mortal.

Ele é morto fisicamente e espiritualmente, e ele nada resta; impossibilitando que regresse ao ciclo e cumpra o karma, meta de todo Kwein-Jin. A corte da  Cidade Dourada é precariamente reduzida.

O Rei Yama a que ele servia, representado por um enorme dragão de jade com face humanóide, aguarda pacientemente, até que a Roda gire, e uma outra Era chegue, e com ela novas Estrelas que possibilitem sua entrada nesse mundo.


Pura Curiosidade Póstuma:

A tradução aproximada da palavra Anunnaki é "Os do Céu que Estão Na Terra", ou "Aqueles que Vieram do Céu para a Terra".

Eu achei bonitinho, e só. ¬¬"

9 de janeiro de 2010

Procuras: Nayara, Arete 3

PROPOSTAS DA PROCURA ANTERIOR

A Procura anterior trazia consigo dois pontos de mudança, sendo eles:

- Firmar a postura de guardiã da história, marca prima dos Baruti.
Situação: Nayara tem tido certo cuidado em coletar relatos, contos e histórias dos povos e seres com os quais tem cruzado em seu caminho (vide Changelings e Verbenas). Seja pela manufatura do manto que recebera de Tasygan, seja por sua própria curiosidade e metas pessoais, a proposta tem sido cumprida. Desta forma, considero essa proposta CONCLUÍDA.

- Ser auto-suficiente com relação à sua sobrevivência.
Situação: Houve uma redução na sua dependência quanto à proteção do Familiar e ao uso abusivo das Maravilhas que carrega. Também se propôs a aprender Armas Brancas, e aceitou a sugestão de Irwin quanto à arma mais apropriada às suas aptidões físicas. Entretanto, Nayara nem sempre consegue se cuidar sozinha, sendo preciso intervenções alheias para que seu bem estar pleno seja mantido. Assim sendo, considero esta proposta SEMI-CONCLUÍDA.

A PROCURA ATUAL

“Com o passar do tempo, a aparência, objetivos e ferramentas emocionais da Essência Dinâmica se alteram. Os magos que seguem as direções desses Avatares descobrem que a conclusão de uma tarefa apenas abre a porta para outras. Os Avatares Dinâmicos não descansam e seus magos dificilmente conseguem parar.”
- Mago: A Ascensão, página 95.

“(...) De um modo ou de outro, todos buscam justificar suas crenças. Embora a magia traga poder, este vem da sabedoria. A magia é uma mudança, tanto no exterior quanto no interior. Com esta mudança, o mago é elevado a um estado mais sublime, de boa vontade ou não. Seguinto o seu inconsciente Avatar, um mago pode ser levado a um a Procura a qualquer hora, avançando através de enigmas pessoais e regiões de sonhos em busca da verdade interior ou na tentativa de vencer sues próprios defeitos.”.
- Mago: A Ascensão, página 22.

PRIMEIRA SESSÃO (02/12/2009):

Haviam duas propostas nessas cenas.

Uma, a questão da independência que havia sido apenas parcialmente cumprida na Procura anterior. A cena do deserto e das tempestades de areia. Particularmente, acho que Victor se saiu bem nelas. Mesmo com Nayara sozinha, num ambiente hostil em que ela não podia contar com mais ninguém, fez bom uso das suas habilidades – tanto mágikas quanto humanas -, e acabou se saindo bem no que eu havia planejado. Explicando:

a) Os companheiros protetores. Não depender da presença de Antônio foi um mérito para Victor; mas Nayara não chegava a realmente procurar proteção nas suas cenas anteriores, logo isso não era suficiente*. Apelei então para o Familiar, já que além de ser um guardião é alguém que Nayara preza sentimentalmente. Enterrar Karnefhere para prolongar a segurança dele foi inteligente, mas achei mais inteligente deixar ele para trás; ficar com ele teria levado à perda da Busca.

* Essa proteção é mais algo que Nayara inspira incondicionalmente nos outros (seja pela pouca idade, seja pelas Qualidades sobrenaturais) do que algo que ela de fato busque.

b) A Mágika. Tentar uma orientação através de Correspondência foi bom, mas foi melhor ainda ter buscado um conhecimento simples através das estrelas quando a sua mágika não lhe servia de nada. Ele (Victor) chegou a usar uma das Maravilhas para alimentar Karnefhere, mas não chegou a usar a Quintessência para manter a sobrevivência de Nayara (como eu achei que pudesse tentar). Também tentou escapar pela Umbra com o Tapete (obviamente eu tirei a possibilidade disso; a partir daqui acho que Victor começou a ter noção de que se tratava da Procura, e não de uma cena normal do jogo). Entretanto, não só as suas idéias estavam contando na cena: o poder de concretizá-las também significava muito. Isso podia acabar mostrando que as suas habilidades fossem ainda insuficientes para o caminho que Nayara ia seguir. Por isso foi realmente bom para Victor ter tirado sucesso nos dados para acertar aquele urubu... Heheheh...! xD

Não encontrar uma saída sem a mágika também teria levado à perda da Procura.

c) Malícia e Experiência de Vida: Quando Nayara já tinha perdido tudo, fiz uma armadilha na forma daqueles homens do deserto (que já tinham aparecido para você - Victor - na Procura anterior, caso tenha se lembrado do detalhe dos dentes de ouro...). Era seu último teste para fechar o ponto incompleto que havia restado ainda da Procura de Arete 2. Passando nele, você quitaria essa etapa, e passaria direto para o que, de fato, é Procura do Arete 3.

A resposta “certa” era tentar roubar deles algo que te permitisse sobreviver (comida, água, uma bússola, um cavalo...) ou, pelo menos, ter sido cuidadosa com a aproximação, já que Nayara estava sozinha no meio do nada, sem mágika e já debilitada demais para um uso eficaz de qualquer habilidade. Logo, entrar desesperadamente no meio do acampamento foi uma péssima idéia. Beber o que o homem te ofereceu sem maiores cuidados só piorou sua situação. Entretanto, porém, contudo, todavia, no entanto, há uma coisa na declaração da sua ação que eu vou levei em conta, unicamente porque Victor declarou antes da cena correr e Nayara se complicar. Ele disse que correria em direção ao acampamento pedindo ajuda pela própria situação em que estava. Na hora, ainda parei a cena um pouco para organizar as minhas idéias, pois a sua colocação fazia sentido (mesmo não sendo o que eu tinha em mente de início). Deixei a cena correr e terminar, de qualquer forma, o que eu tinha planejado. Mas já tinha tomado minha decisão com relação à cena.

Se não fosse uma Procura, ela teria morrido ali. Portanto, Nayara falhou na proposta. Ù_U

=*=*=*=*=*=

A segunda proposta da Procura visava um amadurecimento mais humano do que mágiko. Apropriei-me, para tanto, de um episódio com o Regresso da ficha de Nayara. Aquela “outra Nayara” queria mostrar algo à você. Mas nada tão físico e direto quanto você interpretou inicialmente, Victor. Transar com Irwin não ia te dar o ganho da Procura. Deixar de transar com ele também não. O que contava nessa proposta era a justificativa que você me daria para fazer ou não a coisa. A figura de Irwin era apenas uma representação, já que, atualmente, ele era o mais próximo de Nayara que eu poderia usar como figura masculina.

SEGUNDA SESSÃO (05/12/2009):

No que diz respeito à Nayara ser independente e capaz de cuidar de si mesma, vou considerar que ela tenha passado. Mesmo com alguns pontos falhos, vejo ser mais uma questão de cena do que de competência. Ou seja, ela está aprendendo e progrediu bastante nesse ponto desde a última Procura (e acertou 2 dos 3 testes que propus). Levei mais em conta seus esforços para superar as limitações do que a superação completa propriamente dita (que não aconteceu). Isso também significa que ela vai continuar andando na corda bamba no que diz respeito a isso: esse ponto não vai condenar sua Procura do Arete 3, mas continuará sendo uma obrigação para manter a iluminação que conseguiu.

Parou de tentar progredir nas habilidades de independência? Seu Avatar irá se resignar e bloquear seu acesso à mágika até que o convença do contrário com relação ao que ele espera da sua maga. Então Nayara não deve desviar demais dessa primeira meta.

Proposta:

Nayara precisa do Antecedente Sonhos para acessar a Biblioteca dos Baruti. Por isso o seu Regresso fez parte da Procura. Nayara deveria entender o conhecimento que a Nayara-Regresso estava lhe propondo, e assim ela acessaria um parte antiga do Avatar. Simbolicamente, Nayara acessa um conhecimento guardado que lhe dará maturidade e algum reconhecimento visível por parte dos outros. Virtualmente, ganharia Sonhos 1 na ficha (que deveria ser pago com pontos de experiência normalmente) e a possibilidade de acessar a Biblioteca.

Além disso, a Essência de Avatar de Nayara é dinâmica; portanto vou foquei essa Procura em uma mudança razoavelmente grande e visível nos atos dela.

Admito que achava complicado Victor passar nessa Busca. O que queria, como Narrador (e seu Avatar XD) é que Nayara passesse do estágio criança para o estágio adolescente. Isso significava muitas respostas. Significava, por exemplo, acesso a coisas que crianças não fazem. Ela podia ter escolhido fazer sexo com Irwin na cena da sessão anterior. Mas o que a levaria ou não a ganhar a Procura era se uma criança-Nayara ou uma jovem-Nayara dormiria com ele.

E, pela cena anterior, achei que Victor não iria passar; achei que não entenderia o que esperava que me respondesse por que é um tipo de jogador muito preso à superfície da cena e, ao contrário de outros jogadores do grupo, ele não é do tipo que vê simbologias com facilidade. =/

Procurei, dessa forma, algo mais próximo do estilo de jogo de Victor, trazendo seu Regresso e a figura de Irwin novamente.


Ascensão ou Perda da Procura: Não havia uma resposta certa de início. A proposta era um diálogo entre Nayara e sua contraparte do Regresso. Tudo dependia - apesar de seus protestos, Iruga - das respostas que Victor formulasse. Só o que tinha definido era que a Procura, desta vez, seria algo ganho pelo entendimento, e não pelo cumprimento de uma tarefa (como foi a de Arete 2).

Dado às conclusões apresentadas, you win. \o/

MAS, o ponto de Sonhos vai ficar para mais pra frente... Para quando você se entender melhor com sua Nayara-safadenha... hehehe....

21 de outubro de 2009

O Aparecimento do Grande Rei David

O hospedeiro mortal de David Ardry nasceu no começo dos anos 60 em Nova York. O David changeling e sua irmã Morwen foram criados como parte de um grupo de changelings nobres separados do pior da Guerra da Harmonia por Thomas O Sincero, Bardo-Mór das fadas. Após a morte de Lorde Dafyll, uma notícia de que seus pupilos estavam em perigo, perseguidos por um grupo de rebeldes plebeus sedentos por sangue nobre, chegou até Thomas O Sincero. Fugindo desses assassinos, Thomas e seus pupilos foram para o coração do campo inimigo, procurando se esconder bem à vista, onde sua presença pudesse passar despercebida.

Sua fuga os levou a Times Square no dia do Ano Novo, onde uma patrulha de Redcaps viu Thomas O Sincero em meio aos celebrantes na praça. No meio da festa de fim de ano, o valente bardo usou todos os seus poderes para defender seus jovens pupilos de um inimigo superior.

Durante essa batalha, David Ardry sentiu a presença de uma fonte de Glamour tão poderosa que não podia se negar a segui-la. O jovem sidhe retornou ao centro da batalha, segurando uma espada brilhante — a Caliburn perdida — e lutou ao lado de Thomas O Sincero para afastar os atacantes. Nervosos pela visão da arma legendária, agora brilhando com uma luz dourada, os Redcaps fugiram em desespero. “Observem!”, Thomas gritou para amigo e inimigo. “Pois vós olhais para vosso rei!”

Após seu encontro com o destino, Thomas levou David, Morwen e seus outros pupilos para a segurança da corte da Rainha Mab no Reino das Maçãs. Boatos de que Caliburn havia sido encontrada e que seu possuidor poderia se tornar o profetizado Grande Rei das fadas já os precediam. A Rainha Mab se recusava a acreditar nas histórias de início, e desprezou o jovem sidhe quando Thomas o apresentou na sala do trono. Quando ela ordenou que o changeling fosse removido de sua presença, um magnífico grifo — o símbolo da Casa Gwydion — se materializou ao redor de David, o abraçando com suas asas gigantescas. “Pode você negar o comprimento da profecia agora?” As palavras de Thomas O Sincero ressoaram com a força de seu geas da verdade. “O filho do grifo e a espada que foi perdida devem se reunir no arco da maçã.” Em face de tal prova, a Rainha Mab reconheceu David Ardry ap Gwydion como o Grande Rei das fadas.

Pelos três anos que se seguiram, David e Morwen viveram com Rainha Mab em seu palácio de Caer Loon no Reino das Maçãs. Durante esse tempo, o jovem aspirante a rei trabalhou para estabelecer seu direito de governar tanto plebeus como nobres. Ele encontrou oposição de ambos os lados no começo. A Guerra da Harmonia ainda existia, apesar de presságios envolvendo a descoberta de Caliburn por David terem quebrado a causa plebéia. Apesar de sua idade, David demonstrava um dom político inato e uma profunda empatia por todas as fadas, plebeus residentes de longa data e sidhe recém chegados. Novamente e mais de uma vez ele respondeu de maneira correta aos desafios de raciocínio e combate de nobres que insistiam em testar sua capacidade de reinar. Ele repetidamente enviou mensageiros para líderes plebeus, dialogando com eles para tornar a sobrevivência de todas as fadas uma causa comum.

Os pontos de vista equalitários de David e seu respeito pelas conquistas dos plebeus em preservar o Sonho durante o Interregnum eventualmente ganhou o apoio de seus mais ardentes inimigos. A longo prazo, depois de três longos anos de luta nos campos de batalha e negociações nos domínios das cortes e motleys, a Guerra da Harmonia acabou. Um verdadeiro “acordo” entre nobres e plebeus resultou no Tratado de Concórdia. Os termos do contrato reafirmaram o direito dos sidhe de governarem, mas reconheceu os direitos de plebeus a um grau improcedente. Os monarcas dos reinos das fadas concordaram em apontar plebeus para seus concelhos privados e de tomar conselhos com grupos de fadas plebéias. O Tratado de Concórdia também requeria que nobres apontassem representativos dos kith plebeus para posições em suas cortes.

Alguns dizem que a paz forjada com tanto cuidado e com visão tão aguçada representava o sonho do Grande Rei David. Certamente, o jovem rei serviu como arquiteto chefe para o Tratado de Concórdia. Unindo os sete reinos da América do Norte sobre seu reinado, David nomeou seu alto-reino de Concórdia, em honra do tratado e ao espírito de união que ele representava.

O PRESENTE

Hoje, o Grande Rei David governa Concórdia de sua fortaleza em Tara-Nar, um palácio quimérico esplendido feito de seus sonhos cheios de Glamour. Chamado de “O Leão de Tara,” “O Rei dos Plebeus,” e “O Filho do Grifo,” David Ardry ap Gwydion representa os princípios da ferocidade em batalha, liberdade de pensamento e guardião de todas as fadas. Sua sabedoria e honra legendárias têm cativado seus súditos, trazendo alguns dos seus inimigos mais obstinados para seu lado. Ele nunca está sem Caliburn, o símbolo de sua autoridade e a prova de seu destino.

Auxiliado por sua irmã Morwen, que governa em sua ausência, o Grande Rei David deseja exercer um governo benevolente e pacífico sobre as fadas de Concórdia. Em suas terras, as ligações com o Sonho se fortalecem. Apesar de algumas vozes se desagradarem com sua política, achando-o ou muito conciliatório para com os plebeus ou muito complacente para com a nobreza, a maioria das fadas em suas terras desfrutam de liberdade para perseguirem seus sonhos.

9 de setembro de 2009

Procuras: Nayara, Arete 2

Para meu canto fiz manta
Bordada com fantasias
De antigas mitologias

- Willian Butler Yeats - "Uma manta"


A maioria dos Baruti não acredita em tempo linear e aceitam que a história se move em uma série de ciclos repetitivos. Alguns dizem até mesmo que o passado distante e o futuro são idênticos e que a história inteira do cosmos é uma única história principal que é contada e recontada por incontáveis vezes, sem fim ou quebra. No meio destas grandes mudanças, os Baruti se vêem como os guardiões exclusivos de todos os muitos contos que compõem o mito vasto que é o Universo. Eles alegam que somente se lembrando de todo o conhecimento do passado, a humanidade poderá tingir a verdadeira sabedoria.”


- Tradition Book Dreamspeakers, página 36.


A mensagem do Avatar: O Avatar dinâmico de Nayara se manifesta como um viajante de terras estrangeiras. A aparência dele se altera de acordo com a terra em que ele aparece. Ele é a essência dos Baruti; o trovador, o mensageiro, o contador de histórias, o errante homem sábio. Como tal, o que ele traz na Procura é a intenção de que Nayara se torne o que ele representa.

Além disso, ele a instiga a entender que precisa ser mais auto-suficiente para trilhar este caminho de viajante; sem depender tanto das Maravilhas que carrega e do Familiar que a protege.

Proposta: Nayara precisava se mostrar entendida de que o Paradigma geral é mutável e instável. O Avatar não propõe que ela mude o Paradigma dela, mas sim que entenda que todas as histórias são parte de uma única história.

Também precisava entender que era preciso dar mais atenção à sua evolução pessoal, e usar as Maravilhas apenas como apoio, não como primeiro meio mágiko.

Perda da Busca: Uma postura arrogante diante de histórias paradigmáticas conflitantes com a sua própria faria Nayara falhar na Procura. Como dito, ela não precisava mudar seu Paradigma egípcio, no entanto foi pedido que ela tomasse os diversos Paradigmas com respeito, de forma a assumir seu papel de “guardiã dos contos antigos”, guardião de todas as culturas (mesmo que essas culturas sejam de povos que não o seu).

Recusar-se a deixar as Maravilhas e o Familiar de lado também arriscaria a perda da Procura.

Ascensão: Aceitação em trilhar o caminho de, por onde quer que vá (e ela deve ir) compartilhar contos e lendas e aprender tudo o que puder a respeito dos povos (especialmente os extintos). “Eles (os Baruti) alegam que somente se lembrando de todo o conhecimento do passado, a humanidade poderá tingir a verdadeira sabedoria”. O papel dela será ajudar a manter vivos esses conhecimentos passados.

Ademais, espero que Victor se proponha a prender coisas ao mesmo tempo que coleciona seus brinquedinhos... hehehe...



Minha opinião sobre essa Procura:

Particularmente eu não achei a proposta complicada (na verdade, achei até simplista depois que terminei de escrever... ¬¬”). Entretanto, considerando que o Arete pretendido era 2, acredito que está de bom tamanho e será proveitosa para a personagem do Victor.

Eu optei por uma Procura “de sistema” pelo fato da Nayara não possuir dramas, crises, assuntos mal resolvidos, e/ou problemáticas em ficha, e nem está passando por um momento de conflito. -__-“

Eu tinha planejado mais alguns pontos de acesso à essa Procura, mas acabei não usando. Vou guardar para o Arete 3. Ò_O Hohohoho....

24 de agosto de 2009

Uma Mandala da Fé

"DOUTRINA DA UNIDADE


Na Unidade, todas as partes da Divindade poderiam ser reunidas em um todo-ascendente e perfeito. Nosso povo desenvolveu então uma nova Trilha, cuja missão era criar uma grande mandala de energia através da face da Terra. Essa mandala concentraria tanto os Adormecidos quanto Despertos para atingir um elevado estado de existência. Eles encontrariam um Ponto de Correspondência de espaço e tempo e da Mente Universal de maneira que todos se beneficiariam e tornar-se-iam unos. A doutrina apoiava e reconhecia que todas as doutrinas das Trilhas para Ascensão mantinham uma certa associação. Todos se esforçariam juntos para então podere superar seus inimigos e prosperarem unidos."


"O CORAÇÃO DA CRIAÇÃO


Este Reino é como uma grande montanha que repousa sobre uma larga planície. A planície é como o mundo Adormecido, com encostas íngremes sendo os magos plenos de entendimeno e realizações. Nos mais altos pontos repousam os oráculos, Celestinos e os Puros. E no cume está situada a Unidade, o Uno, que alguns chamaram de Primórdio e associaram ao Ponto de Correspondência contendo todas as coisas.


Enviada para um Nodo central, a Quintessência poderia ser redirecionada para contribuir na abertura de Nodos, envolvendo a terra como era preciso erradicando a influência entrópica dos maus e impuros."


"Triste é o caminho daqueles traídos por seus companheiros. Eles não estavam prontos para compartilhar, e nós pagamos com a queda de sonhos arquitetados e terras conquistadas.


Em minhas caminhadas reunirei as sombras despedaçadas de nosso templo para que a honra de nosso povo ostente novamente sua glória."



~1994.agosto.21

Laksmi al-Akbar