DANEE TEM DE JOGAR MAGO SE NÃO NÃO GANHA POSTO 2! \Ò.O/ + pressão
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Livros Traduzidos de Mago: A Ascensão
Rogue Council

9 de janeiro de 2010

Calmaria antes da Tempestade

Senhores,

Estarei me abstendo da mestragem de Mago durante o mês de janeiro em prol da crônica de Garou. Farei isso por conta da estadia do Frejat aqui na cidade e pelas férias da Danee. Entretanto, se houver dias em que a crônica de Garou não for possível de haver, estou à disposição para mestrar, desde que vocês estejam dispostos a tanto.

Simplesmente estou dando preferência à crônica de Lobisomen dado às circunstâncias de horários. Em fevereiro, reclamarei os domingos como "meus" novamente... hehehe!

=*=*=*=*=*=*=*=*=

Recapitulando então, nossa última sessão deu a vocês 50 pts extras de EXP, e tempo hábil de 5 anos in on, que DEVEM ser programados por vocês e as ações comunicadas a mim o quanto antes.

Dentro da possibilidade de cada player, vou dispensar cenas de algumas ações, mas gostaria de fazer cenas de outras. Então, o quanto antes definirem o que querem fazer, melhor para a minha organização das cenas.

1. Jogadores que queiram alterar/adquirir/se livrar de Qualidades & Defeitos, em especial, devem me informar e discutir isso comigo. Algumas coisas podem ser feitas automaticamente, através de gasto de EXP; outras precisarão de cenas in on.

2. Procuras de Arete são as mais urgentes, pois isso demanda tempo hábil meu para formular alguma coisa interessante. Obviamente serão feitas in game.

3. Para aprendizado de Esferas bastará pagar os pts de EXP e realizar o teste de dados no caso de players que tenham os Antecedentes para tanto (Mentor, Biblioteca). Não tem os Antecedentes mas pretende consegui-los? Cena in on pra você.

Segue alguns comentários do que vocês já me declararam:

IRUGA

Sobre reconstruir seu templo e adquirir discipulos, darei como automático. Ao final dos 5 anos, você terá o templo e uma leva de aprendizes (provavelmente mortais comuns, mas posso pensar na possibilidade de alunos magos se você quizer algo assim). Foi a única coisa concreta que você me declarou. Decida-se quanto ao restante do que planeja fazer para que possamos calcular (no caso de aprendizado de Esferas e Procuras) e negociar suas cenas.

VICTOR

Você me declarou um punhado de coisas (pessoa hiperativa ¬¬), mas no meio de nossa conversa acho que você reparou que nem todas vão correr da forma como planejou. Então, liste o que você quer e me encaminhe por e-mail, que responderei com as restrições certinhas para que possa se organizar e pensar melhor no que fazer; ou conversamos melhor pessoalmente depois.

Uma coisa que deve ser feita in on com você dentro desses 5 anos: cenas com seu Regresso (com a possibilidade de adquirir o Antecedente Sonhos, como havíamos combinado).

Tentar passar por proteções mágikas, procurar NPC's (tipo Irwin), conseguir Maravilhas e coisas desse tipo, in on.

PEPE

Vai mesmo fazer tudo o que conversou comigo? ò.o Se sim, organize melhor tudo que quer mudar/alterar/adquirir em termos de ficha (tecnicamente falando) e veremos o que precisa ser jogado in on e o que podemos manter apenas em declarações e uso de pts.

Se não, basta decidir o que fará. x)

FREJAT, MICHEL e CHIBIKO

Nenhum de vocês me declarou nada ainda mas, apenas dando uma dica, vocês estão esquecendo de uma coisa que deve ser feita logo nos primeiros meses desses 5 anos. Essa cena será, irredutivelmente, feita in on. Vou deixar vocês pensarem por enquanto.

LUCIANO

Eu sei, eu sei. O seu Paradoxo Permanente. U_U Diga-me o que Aleksyéi fará nesses anos, e intercalarei cenas para que você possa completar sua busca dentro de suas ações.

D

Coitado de você... Cinco anos livres e você é o único que está "preso" em exílio. Ha. Ha. Feliz ou infelizmente, suas ações estão condicionadas ao seu espaço de condenação: aquele reino para onde Irwine foi mandado. Decidi que a jovem que aparentemente tem um caso com Shy foi encarregada da sua supervisão. Cuidado, pois ela não está ali para te servir de Mentor; o papel dela é evitar que você fuja, faça coisas feias, pactos demoníacos, torne-se uma arma de destruição em massa, ou qualquer outra coisa desse tipo. XD

Apesar das limitações, este reino pode te trazer "N" possibilidades de ações. Em breve postarei certinho qual é o reino e o que se pode encontrar nele. Acredito que você poderá ter algumas idéias.

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Acho que era isso, pelo menos no que diz respeito ao tempo compreendido nesses 5 anos.

Coisas que gostaria de acrescentar:

1. Aos players interessados em realizar o tal ritual contido no diário, lembro que possessão não é uma prática admitida por qualquer Paradigma. Se o seu mago não possui crenças suficientes para tanto, das duas uma: ou você não vai fazer o ritual (essa é a 98% mais provável para a grande maioria de vocês) ou pode tentar me convencer do contrário.

Existe um único player dentre vocês com Paradigma que permita isso (acabei de verificar no Tradition Book) e um segundo player que pode me convencer com facilidade, pois embora o Paradigma conceba a idéia, ao mesmo tempo não a considera ética.

O restante do grupo não possui Paradigma competente para tanto. Mas, como tudo na vida muda.... Cinco anos para planejarem as coisas. XD

2. Idem para as Procuras de Paradoxo Permanente. Alguns Paradigmas simplesmente tomam Choques de Retorno e Paradoxo Permanente como "ossos do ofício", uma penitencia que o mago DEVE carregar. Embora eu não tenha pedido essa explicação no caso do Lu, ela está vigorando a partir de agora.

Procuras: Nayara, Arete 3

PROPOSTAS DA PROCURA ANTERIOR

A Procura anterior trazia consigo dois pontos de mudança, sendo eles:

- Firmar a postura de guardiã da história, marca prima dos Baruti.
Situação: Nayara tem tido certo cuidado em coletar relatos, contos e histórias dos povos e seres com os quais tem cruzado em seu caminho (vide Changelings e Verbenas). Seja pela manufatura do manto que recebera de Tasygan, seja por sua própria curiosidade e metas pessoais, a proposta tem sido cumprida. Desta forma, considero essa proposta CONCLUÍDA.

- Ser auto-suficiente com relação à sua sobrevivência.
Situação: Houve uma redução na sua dependência quanto à proteção do Familiar e ao uso abusivo das Maravilhas que carrega. Também se propôs a aprender Armas Brancas, e aceitou a sugestão de Irwin quanto à arma mais apropriada às suas aptidões físicas. Entretanto, Nayara nem sempre consegue se cuidar sozinha, sendo preciso intervenções alheias para que seu bem estar pleno seja mantido. Assim sendo, considero esta proposta SEMI-CONCLUÍDA.

A PROCURA ATUAL

“Com o passar do tempo, a aparência, objetivos e ferramentas emocionais da Essência Dinâmica se alteram. Os magos que seguem as direções desses Avatares descobrem que a conclusão de uma tarefa apenas abre a porta para outras. Os Avatares Dinâmicos não descansam e seus magos dificilmente conseguem parar.”
- Mago: A Ascensão, página 95.

“(...) De um modo ou de outro, todos buscam justificar suas crenças. Embora a magia traga poder, este vem da sabedoria. A magia é uma mudança, tanto no exterior quanto no interior. Com esta mudança, o mago é elevado a um estado mais sublime, de boa vontade ou não. Seguinto o seu inconsciente Avatar, um mago pode ser levado a um a Procura a qualquer hora, avançando através de enigmas pessoais e regiões de sonhos em busca da verdade interior ou na tentativa de vencer sues próprios defeitos.”.
- Mago: A Ascensão, página 22.

PRIMEIRA SESSÃO (02/12/2009):

Haviam duas propostas nessas cenas.

Uma, a questão da independência que havia sido apenas parcialmente cumprida na Procura anterior. A cena do deserto e das tempestades de areia. Particularmente, acho que Victor se saiu bem nelas. Mesmo com Nayara sozinha, num ambiente hostil em que ela não podia contar com mais ninguém, fez bom uso das suas habilidades – tanto mágikas quanto humanas -, e acabou se saindo bem no que eu havia planejado. Explicando:

a) Os companheiros protetores. Não depender da presença de Antônio foi um mérito para Victor; mas Nayara não chegava a realmente procurar proteção nas suas cenas anteriores, logo isso não era suficiente*. Apelei então para o Familiar, já que além de ser um guardião é alguém que Nayara preza sentimentalmente. Enterrar Karnefhere para prolongar a segurança dele foi inteligente, mas achei mais inteligente deixar ele para trás; ficar com ele teria levado à perda da Busca.

* Essa proteção é mais algo que Nayara inspira incondicionalmente nos outros (seja pela pouca idade, seja pelas Qualidades sobrenaturais) do que algo que ela de fato busque.

b) A Mágika. Tentar uma orientação através de Correspondência foi bom, mas foi melhor ainda ter buscado um conhecimento simples através das estrelas quando a sua mágika não lhe servia de nada. Ele (Victor) chegou a usar uma das Maravilhas para alimentar Karnefhere, mas não chegou a usar a Quintessência para manter a sobrevivência de Nayara (como eu achei que pudesse tentar). Também tentou escapar pela Umbra com o Tapete (obviamente eu tirei a possibilidade disso; a partir daqui acho que Victor começou a ter noção de que se tratava da Procura, e não de uma cena normal do jogo). Entretanto, não só as suas idéias estavam contando na cena: o poder de concretizá-las também significava muito. Isso podia acabar mostrando que as suas habilidades fossem ainda insuficientes para o caminho que Nayara ia seguir. Por isso foi realmente bom para Victor ter tirado sucesso nos dados para acertar aquele urubu... Heheheh...! xD

Não encontrar uma saída sem a mágika também teria levado à perda da Procura.

c) Malícia e Experiência de Vida: Quando Nayara já tinha perdido tudo, fiz uma armadilha na forma daqueles homens do deserto (que já tinham aparecido para você - Victor - na Procura anterior, caso tenha se lembrado do detalhe dos dentes de ouro...). Era seu último teste para fechar o ponto incompleto que havia restado ainda da Procura de Arete 2. Passando nele, você quitaria essa etapa, e passaria direto para o que, de fato, é Procura do Arete 3.

A resposta “certa” era tentar roubar deles algo que te permitisse sobreviver (comida, água, uma bússola, um cavalo...) ou, pelo menos, ter sido cuidadosa com a aproximação, já que Nayara estava sozinha no meio do nada, sem mágika e já debilitada demais para um uso eficaz de qualquer habilidade. Logo, entrar desesperadamente no meio do acampamento foi uma péssima idéia. Beber o que o homem te ofereceu sem maiores cuidados só piorou sua situação. Entretanto, porém, contudo, todavia, no entanto, há uma coisa na declaração da sua ação que eu vou levei em conta, unicamente porque Victor declarou antes da cena correr e Nayara se complicar. Ele disse que correria em direção ao acampamento pedindo ajuda pela própria situação em que estava. Na hora, ainda parei a cena um pouco para organizar as minhas idéias, pois a sua colocação fazia sentido (mesmo não sendo o que eu tinha em mente de início). Deixei a cena correr e terminar, de qualquer forma, o que eu tinha planejado. Mas já tinha tomado minha decisão com relação à cena.

Se não fosse uma Procura, ela teria morrido ali. Portanto, Nayara falhou na proposta. Ù_U

=*=*=*=*=*=

A segunda proposta da Procura visava um amadurecimento mais humano do que mágiko. Apropriei-me, para tanto, de um episódio com o Regresso da ficha de Nayara. Aquela “outra Nayara” queria mostrar algo à você. Mas nada tão físico e direto quanto você interpretou inicialmente, Victor. Transar com Irwin não ia te dar o ganho da Procura. Deixar de transar com ele também não. O que contava nessa proposta era a justificativa que você me daria para fazer ou não a coisa. A figura de Irwin era apenas uma representação, já que, atualmente, ele era o mais próximo de Nayara que eu poderia usar como figura masculina.

SEGUNDA SESSÃO (05/12/2009):

No que diz respeito à Nayara ser independente e capaz de cuidar de si mesma, vou considerar que ela tenha passado. Mesmo com alguns pontos falhos, vejo ser mais uma questão de cena do que de competência. Ou seja, ela está aprendendo e progrediu bastante nesse ponto desde a última Procura (e acertou 2 dos 3 testes que propus). Levei mais em conta seus esforços para superar as limitações do que a superação completa propriamente dita (que não aconteceu). Isso também significa que ela vai continuar andando na corda bamba no que diz respeito a isso: esse ponto não vai condenar sua Procura do Arete 3, mas continuará sendo uma obrigação para manter a iluminação que conseguiu.

Parou de tentar progredir nas habilidades de independência? Seu Avatar irá se resignar e bloquear seu acesso à mágika até que o convença do contrário com relação ao que ele espera da sua maga. Então Nayara não deve desviar demais dessa primeira meta.

Proposta:

Nayara precisa do Antecedente Sonhos para acessar a Biblioteca dos Baruti. Por isso o seu Regresso fez parte da Procura. Nayara deveria entender o conhecimento que a Nayara-Regresso estava lhe propondo, e assim ela acessaria um parte antiga do Avatar. Simbolicamente, Nayara acessa um conhecimento guardado que lhe dará maturidade e algum reconhecimento visível por parte dos outros. Virtualmente, ganharia Sonhos 1 na ficha (que deveria ser pago com pontos de experiência normalmente) e a possibilidade de acessar a Biblioteca.

Além disso, a Essência de Avatar de Nayara é dinâmica; portanto vou foquei essa Procura em uma mudança razoavelmente grande e visível nos atos dela.

Admito que achava complicado Victor passar nessa Busca. O que queria, como Narrador (e seu Avatar XD) é que Nayara passesse do estágio criança para o estágio adolescente. Isso significava muitas respostas. Significava, por exemplo, acesso a coisas que crianças não fazem. Ela podia ter escolhido fazer sexo com Irwin na cena da sessão anterior. Mas o que a levaria ou não a ganhar a Procura era se uma criança-Nayara ou uma jovem-Nayara dormiria com ele.

E, pela cena anterior, achei que Victor não iria passar; achei que não entenderia o que esperava que me respondesse por que é um tipo de jogador muito preso à superfície da cena e, ao contrário de outros jogadores do grupo, ele não é do tipo que vê simbologias com facilidade. =/

Procurei, dessa forma, algo mais próximo do estilo de jogo de Victor, trazendo seu Regresso e a figura de Irwin novamente.


Ascensão ou Perda da Procura: Não havia uma resposta certa de início. A proposta era um diálogo entre Nayara e sua contraparte do Regresso. Tudo dependia - apesar de seus protestos, Iruga - das respostas que Victor formulasse. Só o que tinha definido era que a Procura, desta vez, seria algo ganho pelo entendimento, e não pelo cumprimento de uma tarefa (como foi a de Arete 2).

Dado às conclusões apresentadas, you win. \o/

MAS, o ponto de Sonhos vai ficar para mais pra frente... Para quando você se entender melhor com sua Nayara-safadenha... hehehe....

3 de dezembro de 2009

Aviso aos Navegantes (tirem suas próprias conclusões)

Hubris: Orgulho excessivo (e muitas vezes fatal) capaz de conduzir os magos à confiança exagerada ou a excessos. Uma arrogância fenomenal guia a Tecnocracia e está no fundo da Guerra da Ascensão. (pág. 9)


A Mágika requer confiança; sem ela, a realidade se recusa a obedecer aos seus desejos ou dá-lhe um tapa na cara pela sua presunção. Se a confiança do mago ficar muito abalada, ele poderá duvidar da sua habilidade de fazer o que precisa. Isso pode paralisá-lo justamente quando ele mais precisa dos seus poderes. Excesso de confiança, por outro lado, leva à hubris, que cria horrores, mesmo a partir das melhores intenções. Já que eu posso transformar a realidade com a minha vontade, acredita o mago vaidoso, minha vontade sempre estará correta. Essa atitude leva à arrogância, às rivalidades e finalmente à estagnação. Um mago orgulhoso pode ter muito poder, mas ele perde sua iluminação, sua razão de ser e geralmente seus amigos durante o processo. Sem moderação, ele se torna uma força da corrupção, não do crescimento. A Decaída Nefândica, a Perseguição Tecnocrática e as intrigas de Doissetep são apenas alguns dos exemplos mais óbvios de arrogância em ação. (pág. 34)


Ninguém e nada pode interagir com qualquer um ou qualquer coisa sem ser afetado de volta. A teoria da Ressonância afirma que, do mesmo modo que um mago afeta o mundo com sua mágika, essa mágika o afeta de volta. Usando o seu poder, ele fundamentalmente muda a si mesmo, e um pedaço de si permanece com a mágika. O efeito da Ressonância pode não ser percebido a curto prazo. Muitos magos, entretanto, apontam para os Mestres das Esferas, que inevitavelmente refletem essas mesmas esferas de algum modo, evidenciando a Ressonância. Um Mestre da Vida, por exemplo, normalmente envelhece lentamente e nunca fica doente.

(...) Seja qual for a causa dessas manifestações, a Ressonância parece ser uma lição contínua: não importa o que você faça, tenha certeza de estar disposto a sofrer as consequências!

Outro efeito perigoso da interação entre a mágika e o mago pode ser a hubris — o orgulho ufano que atinge os artífices da vontade que acred i t am que o seu poder faz com que estejam certos. Isso leva a um excesso de confiança — uma causa comum de Paradoxo, ações maléficas, avareza ou ruína. Acreditando na sua própria "propaganda", o mago pode perder sua perspectiva iluminada. A hubris mancha a mágika, tornando-a pequena e egoísta.

Por essas razões, os Mestres de Akasha ensinam seus discípulos a serem como um salgueiro, e não como um carvalho. Um mago que sucumbe à hubris não tem mais a flexibilidade mental e emocional para perceber ou aceitar mesmo os pequenos fracassos. Essa rigidez muitas vezes leva ao desastre, apesar de um mago orgulhoso poder se tornar surpreendentemente poderoso antes de levar a desgraça a si mesmo. (in. Ressonância e Hubris, pág. 71)


Os efeitos do orgulho excessivo podem ser variados e complexos demais para que se crie um sistema. A maneira pela qual o Narrador trata dessas situações dependerá do mago, das suas ações, da mágika que usou (e da maneira como a usou), das reações das pessoas ao seu redor e das necessidades da crônica. Entretanto, as seguintes dicas devem lhe oferecer algumas opções ao lidar com o "lado negro" e as suas repercussões.

A Hubris normalmente toma conta de um místiko quando ele começa a ficar muito cheio de si. Talvez ele (ou o seu jogador) tenha começado a tratar a rnágika levianamente — no final das contas, é a transformação da realidade. Talvez ele tenha começado a agir de modo irresponsável — explodindo aviões para matar o Homem de Preto a bordo, ou invocando um grifo faminto no Central Park sem se preocupar com os Adormecidos que podem ser feridos. Ou talvez o próprio jogador tenha tomado a decisão de tentar seu personagem com ódios antigos, medos que não foram resolvidos ou novos prazeres. As circunstâncias dependerão do grupo. No entanto, não tenha medo de usar a hubris como nivelador contra personagens poderosos que simplesmente querem lançarbolas de fogo ao redor da cidade ou esvaziar todos os caixas automáticos num raio de milhas. Se a cobiça de um jogador afetar as ações do seu personagem, que assim seja. (in. Hubris & Ressonância, pág. 230)

- Mago: A Ascensão, 2ª edição

Estejam atentos. ^^

3 de novembro de 2009

Aviso aos Navegantes (h­eigh­-h­o­ marinheiros!­ o/)

Senhores da terceira idade e senhorita arruaceira...

Pay atention, please.

Acredito que a partir de agora vossos personagens já têm uma melhor noção de com que estão lidando, o que estão procurando e o que isso tudo pode (ou não) trazer.

Desta forma, a partir daqui, vou (tentar, pelo menos) começar a dar mais ênfase aos Defeitos que você têm em ficha e a certos testes que, ultimamente, tenho dispensado e dado como automáticos (como mágicas menores e de algumas Habilidades acima de 3 pontos).

Alguns Defeitos de vocês ainda não estavam vigorando por vagabundice minha mesmo. U_U Mas já tem uns dias que venho trabalhando numas fichas, e acho que agora já dá para passar esse trabalho para as sessões.

Esse post está aberto a perguntas sobre as informações que vocês reuniram, se alguém tiver alguma. Do mais, apenas alguns comentários.

Michel: Você tem Pesadelos, seu bruta-montes. ¬¬ E Besta Interior... E uma marreta grande! Ò_O/ Ui ui ui...

Victor: Montei nesse final de semana o seu Regresso e o seu Caçado (Hunter: The Reckoning é um livro muito interessante... heheh!). Pode esperar que vão começar a dar as caras. À propósito, aconselho que você passe a ser mais precavido, pois algumas coisas estão se voltando contra você (alguns NPC's e algumas situações). Do restante dos Defeitos, idem ao Vitale: tudo bem por enquanto. Faço apenas uma ressalva: Criança não trata apenas de aparência física; o Defeito implica em fatores mentais e psicologicos também. Entendo que Nayara não seja uma besta (bem por que ela é adiantada para a idade dela), mas cuidado para não agir como adulto em algumas ocasiões. Sua interpretação com ela começou muito bem, mas está decaindo e começando a parecer um Bóris/Pablo de saia. XD Então seja mais atencioso nesse ponto.

Frejat: Antônio é um pinguço e eu tinha esquecido disso. ¬¬ Trate de comprar sua Caninha daqui pra frente. Você também tem Idade e Cegueira Umbral.... No caso desse Cegueira Umbral, eu não lembro de onde você tirou.... Pode me dizer de qual suplemento saiu para eu dar uma conferida no sistema? o.o

Pepe: Coração Mole (que não apareceu situação adequada até agora), Compulsão: belo (idem anterior), Pesadelos (que você mesmo me pede o teste), Besta Interior.... O que eu posso dizer? Você é pior do que eu. ¬¬" Tem a ficha na ponta da língua e faz o favor de me policiar. XD (e é um gatinho... =3) Tudo bem, então.

Chibiko: Sono Profundo e Curiosidade que vou cobrar em algumas cenas. Mas são Defeitos "pequenos", então não se preocupe. Só esse Ecos: bactérias que farei aparecer mais a partir de agora... Não que isso seja problema para você, que é imune a elas, mas será problema para quem estiver perto com certeza... haha!! Ò_O Só quero ver você entrar no castelo do Dedalus sem ele te convidar... XD

D: Esteja certo que esse Salva-Vidas vai brotar nas próximas sessões para te irritar (e me divertir XD). Alergia: pêlos = Você devia ter tido um piri-paque com o urso-verbenóide. Compulsão: música = vai ter de dançar quase toda vez que o Augusto fizer mágikas... Os dois Defeitos são de 4 pts... Fico pensando que você podia ter dançado, espirrado e se coçado na cena com os Verbenas... =/ Que triste, perdi a oportunidade. >=( Vou combar sua Alergia com o Ecos do Chibi e você vai morrer disso. XD

Luluzinho: Arquitetei "A" seqüência de cenas para a sessão passada por você ter jogado pouco na anterior e você... faltou. ¬¬ Seu @#$$%&* -__-" Montei sua Caçada. Hunter: The Reckoning é realmente interessante. Montei seus DOIS Inimigos também. U_U Ai ai... Está na pindaíba. XD Sugestão? Cuidado com o seu Paradigma (pra variar); se continuar a levar ele do jeito como está, vai ter problemas rápido.

Mel: .... Sem comentários. Mal entrou in on, então não tenho comentários imediatos.

Jwen: =(

Iruga: Além dos 7 mares.

Danee: Você nos abandonou, mas ainda te amamos. \o.o/ Quer ser uma Verbena? XD Estou precisando de uma....

21 de outubro de 2009

O Aparecimento do Grande Rei David

O hospedeiro mortal de David Ardry nasceu no começo dos anos 60 em Nova York. O David changeling e sua irmã Morwen foram criados como parte de um grupo de changelings nobres separados do pior da Guerra da Harmonia por Thomas O Sincero, Bardo-Mór das fadas. Após a morte de Lorde Dafyll, uma notícia de que seus pupilos estavam em perigo, perseguidos por um grupo de rebeldes plebeus sedentos por sangue nobre, chegou até Thomas O Sincero. Fugindo desses assassinos, Thomas e seus pupilos foram para o coração do campo inimigo, procurando se esconder bem à vista, onde sua presença pudesse passar despercebida.

Sua fuga os levou a Times Square no dia do Ano Novo, onde uma patrulha de Redcaps viu Thomas O Sincero em meio aos celebrantes na praça. No meio da festa de fim de ano, o valente bardo usou todos os seus poderes para defender seus jovens pupilos de um inimigo superior.

Durante essa batalha, David Ardry sentiu a presença de uma fonte de Glamour tão poderosa que não podia se negar a segui-la. O jovem sidhe retornou ao centro da batalha, segurando uma espada brilhante — a Caliburn perdida — e lutou ao lado de Thomas O Sincero para afastar os atacantes. Nervosos pela visão da arma legendária, agora brilhando com uma luz dourada, os Redcaps fugiram em desespero. “Observem!”, Thomas gritou para amigo e inimigo. “Pois vós olhais para vosso rei!”

Após seu encontro com o destino, Thomas levou David, Morwen e seus outros pupilos para a segurança da corte da Rainha Mab no Reino das Maçãs. Boatos de que Caliburn havia sido encontrada e que seu possuidor poderia se tornar o profetizado Grande Rei das fadas já os precediam. A Rainha Mab se recusava a acreditar nas histórias de início, e desprezou o jovem sidhe quando Thomas o apresentou na sala do trono. Quando ela ordenou que o changeling fosse removido de sua presença, um magnífico grifo — o símbolo da Casa Gwydion — se materializou ao redor de David, o abraçando com suas asas gigantescas. “Pode você negar o comprimento da profecia agora?” As palavras de Thomas O Sincero ressoaram com a força de seu geas da verdade. “O filho do grifo e a espada que foi perdida devem se reunir no arco da maçã.” Em face de tal prova, a Rainha Mab reconheceu David Ardry ap Gwydion como o Grande Rei das fadas.

Pelos três anos que se seguiram, David e Morwen viveram com Rainha Mab em seu palácio de Caer Loon no Reino das Maçãs. Durante esse tempo, o jovem aspirante a rei trabalhou para estabelecer seu direito de governar tanto plebeus como nobres. Ele encontrou oposição de ambos os lados no começo. A Guerra da Harmonia ainda existia, apesar de presságios envolvendo a descoberta de Caliburn por David terem quebrado a causa plebéia. Apesar de sua idade, David demonstrava um dom político inato e uma profunda empatia por todas as fadas, plebeus residentes de longa data e sidhe recém chegados. Novamente e mais de uma vez ele respondeu de maneira correta aos desafios de raciocínio e combate de nobres que insistiam em testar sua capacidade de reinar. Ele repetidamente enviou mensageiros para líderes plebeus, dialogando com eles para tornar a sobrevivência de todas as fadas uma causa comum.

Os pontos de vista equalitários de David e seu respeito pelas conquistas dos plebeus em preservar o Sonho durante o Interregnum eventualmente ganhou o apoio de seus mais ardentes inimigos. A longo prazo, depois de três longos anos de luta nos campos de batalha e negociações nos domínios das cortes e motleys, a Guerra da Harmonia acabou. Um verdadeiro “acordo” entre nobres e plebeus resultou no Tratado de Concórdia. Os termos do contrato reafirmaram o direito dos sidhe de governarem, mas reconheceu os direitos de plebeus a um grau improcedente. Os monarcas dos reinos das fadas concordaram em apontar plebeus para seus concelhos privados e de tomar conselhos com grupos de fadas plebéias. O Tratado de Concórdia também requeria que nobres apontassem representativos dos kith plebeus para posições em suas cortes.

Alguns dizem que a paz forjada com tanto cuidado e com visão tão aguçada representava o sonho do Grande Rei David. Certamente, o jovem rei serviu como arquiteto chefe para o Tratado de Concórdia. Unindo os sete reinos da América do Norte sobre seu reinado, David nomeou seu alto-reino de Concórdia, em honra do tratado e ao espírito de união que ele representava.

O PRESENTE

Hoje, o Grande Rei David governa Concórdia de sua fortaleza em Tara-Nar, um palácio quimérico esplendido feito de seus sonhos cheios de Glamour. Chamado de “O Leão de Tara,” “O Rei dos Plebeus,” e “O Filho do Grifo,” David Ardry ap Gwydion representa os princípios da ferocidade em batalha, liberdade de pensamento e guardião de todas as fadas. Sua sabedoria e honra legendárias têm cativado seus súditos, trazendo alguns dos seus inimigos mais obstinados para seu lado. Ele nunca está sem Caliburn, o símbolo de sua autoridade e a prova de seu destino.

Auxiliado por sua irmã Morwen, que governa em sua ausência, o Grande Rei David deseja exercer um governo benevolente e pacífico sobre as fadas de Concórdia. Em suas terras, as ligações com o Sonho se fortalecem. Apesar de algumas vozes se desagradarem com sua política, achando-o ou muito conciliatório para com os plebeus ou muito complacente para com a nobreza, a maioria das fadas em suas terras desfrutam de liberdade para perseguirem seus sonhos.

9 de setembro de 2009

Procuras: Nayara, Arete 2

Para meu canto fiz manta
Bordada com fantasias
De antigas mitologias

- Willian Butler Yeats - "Uma manta"


A maioria dos Baruti não acredita em tempo linear e aceitam que a história se move em uma série de ciclos repetitivos. Alguns dizem até mesmo que o passado distante e o futuro são idênticos e que a história inteira do cosmos é uma única história principal que é contada e recontada por incontáveis vezes, sem fim ou quebra. No meio destas grandes mudanças, os Baruti se vêem como os guardiões exclusivos de todos os muitos contos que compõem o mito vasto que é o Universo. Eles alegam que somente se lembrando de todo o conhecimento do passado, a humanidade poderá tingir a verdadeira sabedoria.”


- Tradition Book Dreamspeakers, página 36.


A mensagem do Avatar: O Avatar dinâmico de Nayara se manifesta como um viajante de terras estrangeiras. A aparência dele se altera de acordo com a terra em que ele aparece. Ele é a essência dos Baruti; o trovador, o mensageiro, o contador de histórias, o errante homem sábio. Como tal, o que ele traz na Procura é a intenção de que Nayara se torne o que ele representa.

Além disso, ele a instiga a entender que precisa ser mais auto-suficiente para trilhar este caminho de viajante; sem depender tanto das Maravilhas que carrega e do Familiar que a protege.

Proposta: Nayara precisava se mostrar entendida de que o Paradigma geral é mutável e instável. O Avatar não propõe que ela mude o Paradigma dela, mas sim que entenda que todas as histórias são parte de uma única história.

Também precisava entender que era preciso dar mais atenção à sua evolução pessoal, e usar as Maravilhas apenas como apoio, não como primeiro meio mágiko.

Perda da Busca: Uma postura arrogante diante de histórias paradigmáticas conflitantes com a sua própria faria Nayara falhar na Procura. Como dito, ela não precisava mudar seu Paradigma egípcio, no entanto foi pedido que ela tomasse os diversos Paradigmas com respeito, de forma a assumir seu papel de “guardiã dos contos antigos”, guardião de todas as culturas (mesmo que essas culturas sejam de povos que não o seu).

Recusar-se a deixar as Maravilhas e o Familiar de lado também arriscaria a perda da Procura.

Ascensão: Aceitação em trilhar o caminho de, por onde quer que vá (e ela deve ir) compartilhar contos e lendas e aprender tudo o que puder a respeito dos povos (especialmente os extintos). “Eles (os Baruti) alegam que somente se lembrando de todo o conhecimento do passado, a humanidade poderá tingir a verdadeira sabedoria”. O papel dela será ajudar a manter vivos esses conhecimentos passados.

Ademais, espero que Victor se proponha a prender coisas ao mesmo tempo que coleciona seus brinquedinhos... hehehe...



Minha opinião sobre essa Procura:

Particularmente eu não achei a proposta complicada (na verdade, achei até simplista depois que terminei de escrever... ¬¬”). Entretanto, considerando que o Arete pretendido era 2, acredito que está de bom tamanho e será proveitosa para a personagem do Victor.

Eu optei por uma Procura “de sistema” pelo fato da Nayara não possuir dramas, crises, assuntos mal resolvidos, e/ou problemáticas em ficha, e nem está passando por um momento de conflito. -__-“

Eu tinha planejado mais alguns pontos de acesso à essa Procura, mas acabei não usando. Vou guardar para o Arete 3. Ò_O Hohohoho....

4 de setembro de 2009

Evolução de Esferas & Remoção de Paradoxo Permanente

TEMPO PARA APRENDIZADO E EVOLUÇÃO DE ESFERAS

Nível 1: 1 mês
Nível 2: 6 meses
Nível 3: 1 ano
Nível 4: 5 anos
Nível 5: 10 anos

Biblioteca

Role os dados do Antecedente Biblioteca, dificuldade igual ao nível de Esfera pretendido +3. Um sucesso não alterará em nada o tempo. Mas dois sucessos diminuirão o tempo pela metade; 3 sucessos em um terço; 4 sucessos em um quarto do tempo e assim por diante.

Uma falha significa que a Biblioteca do personagem não possui material referente à Esfera que ele procura. Uma falha crítica significará danos à biblioteca ou mesmo à busca do personagem.

Mentor

Role os dados do Antecedente Mentor, dificuldade igual ao nível de Esfera pretendido + 3. Cada sucesso dividirá o tempo de estudo ao meio: 1 sucesso dará metade do tempo; 2 sucessos um quarto do tempo... e assim por diante.

Uma falha significa que o Mentor desconhece a Esfera pretendida pelo personagem, ou não está disponível para ensiná-lo. Uma falha crítica significará que o personagem encheu tanto o saco do Mentor que ele agora está furioso... (tenho pena do jogador que tirar falha crítica aqui... He he he...)

- The Bitter Road, pág. 73
Dá pra apelar? Ò_O
Craro, Creuza.

Caso alguém tenha disponibilidade para tanto, é possível rolar os dados para os DOIS Antecedentes. Os testes serão feitos separadamente e então tomados como parte do teste de maior sucesso. Por exemplo, se o jogador conseguiu 2 sucessos em Mentor e 1 em Biblioteca, serão considerados para efeito de cálculo 3 sucessos (2+1) de Mentor (Antecedente no qual obtive o sucesso maior).

#%$@¨&*!! Não comprei nenhum dos dois Antecedentes! >.<
Perdeu, playboy. U_U

Neste caso, procure um NPC bonzinho-simpático-pedófilo-de-bom-humor-que-te-ache-cocotinho(a) e puxe o saco dele. De repente ele te ensine algo, ou te deixe usar a biblioteca super foda dele... Não custa tentar.



COMO SE LIVRAR DO PARADOXO PERMANENTE


Além da Película, no Horizonte, existe um número quase infinito de Reinos. Vários deles estão conectados às forças naturais da Terra. Como seria de se esperar, existem diversos Reinos vinculados às energias do Paradoxo. A localização desses reinos na cosmologia da Tellurian é incerta. Tudo que se sabe é que esses Reinos são os lares das forças Paradoxais e dos espíritos do Paradoxo.

Àqueles que optarem por tentar se livrar (tentar, pois há possibilidade de falha) de seu Paradoxo Permanente devem me comunicar a decisão para que eu lhes providencie uma Procura.

Essa busca nada mais é do que um episódio de Silêncio; entretanto, com algumas peculiaridades. Em especial, e já ridicularizando um pouco o procedimento, o mago precisa recorrer a um Reino que possa expurgar o Paradoxo que ele carrega permanentemente.

É preciso pagar pontos para iniciar a Procura? Ò_O
Não.

Vou decidir o destino incerto do meu mago orgulhoso e destemido pelos dados? ¬¬”
Também não.

Então?! o.o
Então que serão necessários 3 passos para que a busca se concretize:

1. É preciso que o mago tenha conhecimento sobre como se livrar do Paradoxo. (Se virem; vocês têm Mentores, Bibliotecas, Capelas, Avatares, NPCs... tratem de usá-los. Mas, inicialmente, nenhum de vocês têm conhecimento sobre isso)

2. O mago deve reconhecer o tipo de Paradoxo que ele possui, para então procurar por um Reino contrário.

Aviso de antemão que vou associar (por decisão minha, já que não encontrei essa informação nos livros) o “tipo” do Paradoxo com a Ressonância. Exemplo: O personagem tem Ressonância Dinâmica 2, cortante e flutuante, e Entrópica 1, degenerativa. Desta forma, os Reinos certos para sua Procura devem ser contrários a essas forças: curativos, regenerativos, verdejantes, borboletantes e essas coisas gays. U_U

Entendem?
Um Reino de energia contrária funcionará como um expurgo para o mago, anulando o Paradoxo de seu Padrão.

Isso em termos de sistema.
Em termos de cena, no tal reino pode haver uma fonte da vida (usando o exemplo do nosso mago degenerativo-cortante-flutuante) de cuja água ele deva beber; ou talvez ele deva procurar pela maçã dourada que cura todas as doenças; ou deva comer da carne das sereias que restaura a juventude... ou qualquer outra coisa desse tipo que possa justificar o desfecho da busca.

3. Uma vez que o mago tenha em seu poder tais informações (sua essência e o Reino contrário a ela), é só completar a quest e pegar a EXP. *_*

Agora vem a parte “legal” disso tudo... he he he! Vejam bem, os magos precisam IR até um REINO que fica na UMBRA. Alguém aí tem Espírito?! ...... LOL x)


Boa sorte para os candidatos.

24 de agosto de 2009

Uma Mandala da Fé

"DOUTRINA DA UNIDADE


Na Unidade, todas as partes da Divindade poderiam ser reunidas em um todo-ascendente e perfeito. Nosso povo desenvolveu então uma nova Trilha, cuja missão era criar uma grande mandala de energia através da face da Terra. Essa mandala concentraria tanto os Adormecidos quanto Despertos para atingir um elevado estado de existência. Eles encontrariam um Ponto de Correspondência de espaço e tempo e da Mente Universal de maneira que todos se beneficiariam e tornar-se-iam unos. A doutrina apoiava e reconhecia que todas as doutrinas das Trilhas para Ascensão mantinham uma certa associação. Todos se esforçariam juntos para então podere superar seus inimigos e prosperarem unidos."


"O CORAÇÃO DA CRIAÇÃO


Este Reino é como uma grande montanha que repousa sobre uma larga planície. A planície é como o mundo Adormecido, com encostas íngremes sendo os magos plenos de entendimeno e realizações. Nos mais altos pontos repousam os oráculos, Celestinos e os Puros. E no cume está situada a Unidade, o Uno, que alguns chamaram de Primórdio e associaram ao Ponto de Correspondência contendo todas as coisas.


Enviada para um Nodo central, a Quintessência poderia ser redirecionada para contribuir na abertura de Nodos, envolvendo a terra como era preciso erradicando a influência entrópica dos maus e impuros."


"Triste é o caminho daqueles traídos por seus companheiros. Eles não estavam prontos para compartilhar, e nós pagamos com a queda de sonhos arquitetados e terras conquistadas.


Em minhas caminhadas reunirei as sombras despedaçadas de nosso templo para que a honra de nosso povo ostente novamente sua glória."



~1994.agosto.21

Laksmi al-Akbar

Falta do que fazer...


13 de agosto de 2009

Aviso aos Navegantes: Última Chamada para Fichas

Filhotes...

Sessão de R.P.G. neste sábado (15/08), às 18h, no banco da praça.

Comunicado extra-especial:

A ENTREGA DEFINITIVA DAS FICHAS ENCERRA-SE ESTE SÁBADO.

Isto quer dizer que se alguém ainda está alterando pontuação, merits & flaws, ou coisa assim, altere até sábado. Ficarei com o MSN ligado direto entre hoje e amanhã e meu e-mail funciona ainda, ok? ¬¬ Caso alguém precise de aprovação em algo, a hora é agora e o prazo é este.

Sobre a pontuação primária, usem a pontuação
deste primeiro tópico do blog.

Seria interessante se essa ficha já viesse com pelo menos uma parte das Rotinas de vocês (tipo metade do total). Mas vou dar um tempo ainda para criarem todas as que têm direito.

Aliás, por falar nisso....

Já adianto que não tenho nada contra Focos verbais, gestuais ou aqueles considerados "simplistas", desde que tenham relação com o Paradigma de vossos personagens. No entanto, eu não aceitarei Focos "de zoação" (tipo aquele "Jesus, apaga a luz!" seu, Frejat). Esse tipo de coisa pode até fazer parte do Foco, mas não aceitarei se o Foco INTEIRO se resumir a isso.

Bem, por hora é só.

Jwen e Danee, suas ficholetas são casos à parte. Montamos elas quando vocês estiverem com tempo; basta me avisar. =)

Abraços.