9 de janeiro de 2010
Calmaria antes da Tempestade
Procuras: Nayara, Arete 3
Ascensão ou Perda da Procura: Não havia uma resposta certa de início. A proposta era um diálogo entre Nayara e sua contraparte do Regresso. Tudo dependia - apesar de seus protestos, Iruga - das respostas que Victor formulasse. Só o que tinha definido era que a Procura, desta vez, seria algo ganho pelo entendimento, e não pelo cumprimento de uma tarefa (como foi a de Arete 2).
3 de dezembro de 2009
Aviso aos Navegantes (tirem suas próprias conclusões)
A Mágika requer confiança; sem ela, a realidade se recusa a obedecer aos seus desejos ou dá-lhe um tapa na cara pela sua presunção. Se a confiança do mago ficar muito abalada, ele poderá duvidar da sua habilidade de fazer o que precisa. Isso pode paralisá-lo justamente quando ele mais precisa dos seus poderes. Excesso de confiança, por outro lado, leva à hubris, que cria horrores, mesmo a partir das melhores intenções. Já que eu posso transformar a realidade com a minha vontade, acredita o mago vaidoso, minha vontade sempre estará correta. Essa atitude leva à arrogância, às rivalidades e finalmente à estagnação. Um mago orgulhoso pode ter muito poder, mas ele perde sua iluminação, sua razão de ser e geralmente seus amigos durante o processo. Sem moderação, ele se torna uma força da corrupção, não do crescimento. A Decaída Nefândica, a Perseguição Tecnocrática e as intrigas de Doissetep são apenas alguns dos exemplos mais óbvios de arrogância em ação. (pág. 34)
Ninguém e nada pode interagir com qualquer um ou qualquer coisa sem ser afetado de volta. A teoria da Ressonância afirma que, do mesmo modo que um mago afeta o mundo com sua mágika, essa mágika o afeta de volta. Usando o seu poder, ele fundamentalmente muda a si mesmo, e um pedaço de si permanece com a mágika. O efeito da Ressonância pode não ser percebido a curto prazo. Muitos magos, entretanto, apontam para os Mestres das Esferas, que inevitavelmente refletem essas mesmas esferas de algum modo, evidenciando a Ressonância. Um Mestre da Vida, por exemplo, normalmente envelhece lentamente e nunca fica doente.
(...) Seja qual for a causa dessas manifestações, a Ressonância parece ser uma lição contínua: não importa o que você faça, tenha certeza de estar disposto a sofrer as consequências!
Outro efeito perigoso da interação entre a mágika e o mago pode ser a hubris — o orgulho ufano que atinge os artífices da vontade que acred i t am que o seu poder faz com que estejam certos. Isso leva a um excesso de confiança — uma causa comum de Paradoxo, ações maléficas, avareza ou ruína. Acreditando na sua própria "propaganda", o mago pode perder sua perspectiva iluminada. A hubris mancha a mágika, tornando-a pequena e egoísta.
Por essas razões, os Mestres de Akasha ensinam seus discípulos a serem como um salgueiro, e não como um carvalho. Um mago que sucumbe à hubris não tem mais a flexibilidade mental e emocional para perceber ou aceitar mesmo os pequenos fracassos. Essa rigidez muitas vezes leva ao desastre, apesar de um mago orgulhoso poder se tornar surpreendentemente poderoso antes de levar a desgraça a si mesmo. (in. Ressonância e Hubris, pág. 71)
Os efeitos do orgulho excessivo podem ser variados e complexos demais para que se crie um sistema. A maneira pela qual o Narrador trata dessas situações dependerá do mago, das suas ações, da mágika que usou (e da maneira como a usou), das reações das pessoas ao seu redor e das necessidades da crônica. Entretanto, as seguintes dicas devem lhe oferecer algumas opções ao lidar com o "lado negro" e as suas repercussões.
A Hubris normalmente toma conta de um místiko quando ele começa a ficar muito cheio de si. Talvez ele (ou o seu jogador) tenha começado a tratar a rnágika levianamente — no final das contas, é a transformação da realidade. Talvez ele tenha começado a agir de modo irresponsável — explodindo aviões para matar o Homem de Preto a bordo, ou invocando um grifo faminto no Central Park sem se preocupar com os Adormecidos que podem ser feridos. Ou talvez o próprio jogador tenha tomado a decisão de tentar seu personagem com ódios antigos, medos que não foram resolvidos ou novos prazeres. As circunstâncias dependerão do grupo. No entanto, não tenha medo de usar a hubris como nivelador contra personagens poderosos que simplesmente querem lançarbolas de fogo ao redor da cidade ou esvaziar todos os caixas automáticos num raio de milhas. Se a cobiça de um jogador afetar as ações do seu personagem, que assim seja. (in. Hubris & Ressonância, pág. 230)
3 de novembro de 2009
Aviso aos Navegantes (heigh-ho marinheiros! o/)
Pay atention, please.
Acredito que a partir de agora vossos personagens já têm uma melhor noção de com que estão lidando, o que estão procurando e o que isso tudo pode (ou não) trazer.
Desta forma, a partir daqui, vou (tentar, pelo menos) começar a dar mais ênfase aos Defeitos que você têm em ficha e a certos testes que, ultimamente, tenho dispensado e dado como automáticos (como mágicas menores e de algumas Habilidades acima de 3 pontos).
Alguns Defeitos de vocês ainda não estavam vigorando por vagabundice minha mesmo. U_U Mas já tem uns dias que venho trabalhando numas fichas, e acho que agora já dá para passar esse trabalho para as sessões.
Esse post está aberto a perguntas sobre as informações que vocês reuniram, se alguém tiver alguma. Do mais, apenas alguns comentários.
Michel: Você tem Pesadelos, seu bruta-montes. ¬¬ E Besta Interior... E uma marreta grande! Ò_O/ Ui ui ui...
Victor: Montei nesse final de semana o seu Regresso e o seu Caçado (Hunter: The Reckoning é um livro muito interessante... heheh!). Pode esperar que vão começar a dar as caras. À propósito, aconselho que você passe a ser mais precavido, pois algumas coisas estão se voltando contra você (alguns NPC's e algumas situações). Do restante dos Defeitos, idem ao Vitale: tudo bem por enquanto. Faço apenas uma ressalva: Criança não trata apenas de aparência física; o Defeito implica em fatores mentais e psicologicos também. Entendo que Nayara não seja uma besta (bem por que ela é adiantada para a idade dela), mas cuidado para não agir como adulto em algumas ocasiões. Sua interpretação com ela começou muito bem, mas está decaindo e começando a parecer um Bóris/Pablo de saia. XD Então seja mais atencioso nesse ponto.
Frejat: Antônio é um pinguço e eu tinha esquecido disso. ¬¬ Trate de comprar sua Caninha daqui pra frente. Você também tem Idade e Cegueira Umbral.... No caso desse Cegueira Umbral, eu não lembro de onde você tirou.... Pode me dizer de qual suplemento saiu para eu dar uma conferida no sistema? o.o
Pepe: Coração Mole (que não apareceu situação adequada até agora), Compulsão: belo (idem anterior), Pesadelos (que você mesmo me pede o teste), Besta Interior.... O que eu posso dizer? Você é pior do que eu. ¬¬" Tem a ficha na ponta da língua e faz o favor de me policiar. XD (e é um gatinho... =3) Tudo bem, então.
Chibiko: Sono Profundo e Curiosidade que vou cobrar em algumas cenas. Mas são Defeitos "pequenos", então não se preocupe. Só esse Ecos: bactérias que farei aparecer mais a partir de agora... Não que isso seja problema para você, que é imune a elas, mas será problema para quem estiver perto com certeza... haha!! Ò_O Só quero ver você entrar no castelo do Dedalus sem ele te convidar... XD
D: Esteja certo que esse Salva-Vidas vai brotar nas próximas sessões para te irritar (e me divertir XD). Alergia: pêlos = Você devia ter tido um piri-paque com o urso-verbenóide. Compulsão: música = vai ter de dançar quase toda vez que o Augusto fizer mágikas... Os dois Defeitos são de 4 pts... Fico pensando que você podia ter dançado, espirrado e se coçado na cena com os Verbenas... =/ Que triste, perdi a oportunidade. >=( Vou combar sua Alergia com o Ecos do Chibi e você vai morrer disso. XD
Luluzinho: Arquitetei "A" seqüência de cenas para a sessão passada por você ter jogado pouco na anterior e você... faltou. ¬¬ Seu @#$$%&* -__-" Montei sua Caçada. Hunter: The Reckoning é realmente interessante. Montei seus DOIS Inimigos também. U_U Ai ai... Está na pindaíba. XD Sugestão? Cuidado com o seu Paradigma (pra variar); se continuar a levar ele do jeito como está, vai ter problemas rápido.
Mel: .... Sem comentários. Mal entrou in on, então não tenho comentários imediatos.
Jwen: =(
Iruga: Além dos 7 mares.
Danee: Você nos abandonou, mas ainda te amamos. \o.o/ Quer ser uma Verbena? XD Estou precisando de uma....
21 de outubro de 2009
O Aparecimento do Grande Rei David
Sua fuga os levou a Times Square no dia do Ano Novo, onde uma patrulha de Redcaps viu Thomas O Sincero em meio aos celebrantes na praça. No meio da festa de fim de ano, o valente bardo usou todos os seus poderes para defender seus jovens pupilos de um inimigo superior.
Durante essa batalha, David Ardry sentiu a presença de uma fonte de Glamour tão poderosa que não podia se negar a segui-la. O jovem sidhe retornou ao centro da batalha, segurando uma espada brilhante — a Caliburn perdida — e lutou ao lado de Thomas O Sincero para afastar os atacantes. Nervosos pela visão da arma legendária, agora brilhando com uma luz dourada, os Redcaps fugiram em desespero. “Observem!”, Thomas gritou para amigo e inimigo. “Pois vós olhais para vosso rei!”
Após seu encontro com o destino, Thomas levou David, Morwen e seus outros pupilos para a segurança da corte da Rainha Mab no Reino das Maçãs. Boatos de que Caliburn havia sido encontrada e que seu possuidor poderia se tornar o profetizado Grande Rei das fadas já os precediam. A Rainha Mab se recusava a acreditar nas histórias de início, e desprezou o jovem sidhe quando Thomas o apresentou na sala do trono. Quando ela ordenou que o changeling fosse removido de sua presença, um magnífico grifo — o símbolo da Casa Gwydion — se materializou ao redor de David, o abraçando com suas asas gigantescas. “Pode você negar o comprimento da profecia agora?” As palavras de Thomas O Sincero ressoaram com a força de seu geas da verdade. “O filho do grifo e a espada que foi perdida devem se reunir no arco da maçã.” Em face de tal prova, a Rainha Mab reconheceu David Ardry ap Gwydion como o Grande Rei das fadas.
Pelos três anos que se seguiram, David e Morwen viveram com Rainha Mab em seu palácio de Caer Loon no Reino das Maçãs. Durante esse tempo, o jovem aspirante a rei trabalhou para estabelecer seu direito de governar tanto plebeus como nobres. Ele encontrou oposição de ambos os lados no começo. A Guerra da Harmonia ainda existia, apesar de presságios envolvendo a descoberta de Caliburn por David terem quebrado a causa plebéia. Apesar de sua idade, David demonstrava um dom político inato e uma profunda empatia por todas as fadas, plebeus residentes de longa data e sidhe recém chegados. Novamente e mais de uma vez ele respondeu de maneira correta aos desafios de raciocínio e combate de nobres que insistiam em testar sua capacidade de reinar. Ele repetidamente enviou mensageiros para líderes plebeus, dialogando com eles para tornar a sobrevivência de todas as fadas uma causa comum.
Os pontos de vista equalitários de David e seu respeito pelas conquistas dos plebeus em preservar o Sonho durante o Interregnum eventualmente ganhou o apoio de seus mais ardentes inimigos. A longo prazo, depois de três longos anos de luta nos campos de batalha e negociações nos domínios das cortes e motleys, a Guerra da Harmonia acabou. Um verdadeiro “acordo” entre nobres e plebeus resultou no Tratado de Concórdia. Os termos do contrato reafirmaram o direito dos sidhe de governarem, mas reconheceu os direitos de plebeus a um grau improcedente. Os monarcas dos reinos das fadas concordaram em apontar plebeus para seus concelhos privados e de tomar conselhos com grupos de fadas plebéias. O Tratado de Concórdia também requeria que nobres apontassem representativos dos kith plebeus para posições em suas cortes.
Alguns dizem que a paz forjada com tanto cuidado e com visão tão aguçada representava o sonho do Grande Rei David. Certamente, o jovem rei serviu como arquiteto chefe para o Tratado de Concórdia. Unindo os sete reinos da América do Norte sobre seu reinado, David nomeou seu alto-reino de Concórdia, em honra do tratado e ao espírito de união que ele representava.
O PRESENTE
Hoje, o Grande Rei David governa Concórdia de sua fortaleza em Tara-Nar, um palácio quimérico esplendido feito de seus sonhos cheios de Glamour. Chamado de “O Leão de Tara,” “O Rei dos Plebeus,” e “O Filho do Grifo,” David Ardry ap Gwydion representa os princípios da ferocidade em batalha, liberdade de pensamento e guardião de todas as fadas. Sua sabedoria e honra legendárias têm cativado seus súditos, trazendo alguns dos seus inimigos mais obstinados para seu lado. Ele nunca está sem Caliburn, o símbolo de sua autoridade e a prova de seu destino.
Auxiliado por sua irmã Morwen, que governa em sua ausência, o Grande Rei David deseja exercer um governo benevolente e pacífico sobre as fadas de Concórdia. Em suas terras, as ligações com o Sonho se fortalecem. Apesar de algumas vozes se desagradarem com sua política, achando-o ou muito conciliatório para com os plebeus ou muito complacente para com a nobreza, a maioria das fadas em suas terras desfrutam de liberdade para perseguirem seus sonhos.
9 de setembro de 2009
Procuras: Nayara, Arete 2
Além disso, ele a instiga a entender que precisa ser mais auto-suficiente para trilhar este caminho de viajante; sem depender tanto das Maravilhas que carrega e do Familiar que a protege.
Proposta: Nayara precisava se mostrar entendida de que o Paradigma geral é mutável e instável. O Avatar não propõe que ela mude o Paradigma dela, mas sim que entenda que todas as histórias são parte de uma única história.
Também precisava entender que era preciso dar mais atenção à sua evolução pessoal, e usar as Maravilhas apenas como apoio, não como primeiro meio mágiko.
Perda da Busca: Uma postura arrogante diante de histórias paradigmáticas conflitantes com a sua própria faria Nayara falhar na Procura. Como dito, ela não precisava mudar seu Paradigma egípcio, no entanto foi pedido que ela tomasse os diversos Paradigmas com respeito, de forma a assumir seu papel de “guardiã dos contos antigos”, guardião de todas as culturas (mesmo que essas culturas sejam de povos que não o seu).
Recusar-se a deixar as Maravilhas e o Familiar de lado também arriscaria a perda da Procura.
Ascensão: Aceitação em trilhar o caminho de, por onde quer que vá (e ela deve ir) compartilhar contos e lendas e aprender tudo o que puder a respeito dos povos (especialmente os extintos). “Eles (os Baruti) alegam que somente se lembrando de todo o conhecimento do passado, a humanidade poderá tingir a verdadeira sabedoria”. O papel dela será ajudar a manter vivos esses conhecimentos passados.
Ademais, espero que Victor se proponha a prender coisas ao mesmo tempo que coleciona seus brinquedinhos... hehehe...
Minha opinião sobre essa Procura:
Particularmente eu não achei a proposta complicada (na verdade, achei até simplista depois que terminei de escrever... ¬¬”). Entretanto, considerando que o Arete pretendido era 2, acredito que está de bom tamanho e será proveitosa para a personagem do Victor.
Eu optei por uma Procura “de sistema” pelo fato da Nayara não possuir dramas, crises, assuntos mal resolvidos, e/ou problemáticas em ficha, e nem está passando por um momento de conflito. -__-“
Eu tinha planejado mais alguns pontos de acesso à essa Procura, mas acabei não usando. Vou guardar para o Arete 3. Ò_O Hohohoho....
4 de setembro de 2009
Evolução de Esferas & Remoção de Paradoxo Permanente
Nível 1: 1 mês
Nível 2: 6 meses
Nível 4: 5 anos
Nível 5: 10 anos
Biblioteca
Role os dados do Antecedente Biblioteca, dificuldade igual ao nível de Esfera pretendido +3. Um sucesso não alterará em nada o tempo. Mas dois sucessos diminuirão o tempo pela metade; 3 sucessos em um terço; 4 sucessos em um quarto do tempo e assim por diante.
Craro, Creuza.
Caso alguém tenha disponibilidade para tanto, é possível rolar os dados para os DOIS Antecedentes. Os testes serão feitos separadamente e então tomados como parte do teste de maior sucesso. Por exemplo, se o jogador conseguiu 2 sucessos em Mentor e 1 em Biblioteca, serão considerados para efeito de cálculo 3 sucessos (2+1) de Mentor (Antecedente no qual obtive o sucesso maior).
#%$@¨&*!! Não comprei nenhum dos dois Antecedentes! >.<
Perdeu, playboy. U_U
Neste caso, procure um NPC bonzinho-simpático-pedófilo-de-bom-humor-que-te-ache-cocotinho(a) e puxe o saco dele. De repente ele te ensine algo, ou te deixe usar a biblioteca super foda dele... Não custa tentar.
COMO SE LIVRAR DO PARADOXO PERMANENTE
Além da Película, no Horizonte, existe um número quase infinito de Reinos. Vários deles estão conectados às forças naturais da Terra. Como seria de se esperar, existem diversos Reinos vinculados às energias do Paradoxo. A localização desses reinos na cosmologia da Tellurian é incerta. Tudo que se sabe é que esses Reinos são os lares das forças Paradoxais e dos espíritos do Paradoxo.
Àqueles que optarem por tentar se livrar (tentar, pois há possibilidade de falha) de seu Paradoxo Permanente devem me comunicar a decisão para que eu lhes providencie uma Procura.
Essa busca nada mais é do que um episódio de Silêncio; entretanto, com algumas peculiaridades. Em especial, e já ridicularizando um pouco o procedimento, o mago precisa recorrer a um Reino que possa expurgar o Paradoxo que ele carrega permanentemente.
É preciso pagar pontos para iniciar a Procura? Ò_O
Não.
Vou decidir o destino incerto do meu mago orgulhoso e destemido pelos dados? ¬¬”
Também não.
Então?! o.o
Então que serão necessários 3 passos para que a busca se concretize:
1. É preciso que o mago tenha conhecimento sobre como se livrar do Paradoxo. (Se virem; vocês têm Mentores, Bibliotecas, Capelas, Avatares, NPCs... tratem de usá-los. Mas, inicialmente, nenhum de vocês têm conhecimento sobre isso)
2. O mago deve reconhecer o tipo de Paradoxo que ele possui, para então procurar por um Reino contrário.
Aviso de antemão que vou associar (por decisão minha, já que não encontrei essa informação nos livros) o “tipo” do Paradoxo com a Ressonância. Exemplo: O personagem tem Ressonância Dinâmica 2, cortante e flutuante, e Entrópica 1, degenerativa. Desta forma, os Reinos certos para sua Procura devem ser contrários a essas forças: curativos, regenerativos, verdejantes, borboletantes e essas coisas gays. U_U
Entendem?
Um Reino de energia contrária funcionará como um expurgo para o mago, anulando o Paradoxo de seu Padrão.
Isso em termos de sistema.
Em termos de cena, no tal reino pode haver uma fonte da vida (usando o exemplo do nosso mago degenerativo-cortante-flutuante) de cuja água ele deva beber; ou talvez ele deva procurar pela maçã dourada que cura todas as doenças; ou deva comer da carne das sereias que restaura a juventude... ou qualquer outra coisa desse tipo que possa justificar o desfecho da busca.
3. Uma vez que o mago tenha em seu poder tais informações (sua essência e o Reino contrário a ela), é só completar a quest e pegar a EXP. *_*
Agora vem a parte “legal” disso tudo... he he he! Vejam bem, os magos precisam IR até um REINO que fica na UMBRA. Alguém aí tem Espírito?! ...... LOL x)
Boa sorte para os candidatos.
24 de agosto de 2009
Uma Mandala da Fé
13 de agosto de 2009
Aviso aos Navegantes: Última Chamada para Fichas
Sessão de R.P.G. neste sábado (15/08), às 18h, no banco da praça.
Comunicado extra-especial:
A ENTREGA DEFINITIVA DAS FICHAS ENCERRA-SE ESTE SÁBADO.
Isto quer dizer que se alguém ainda está alterando pontuação, merits & flaws, ou coisa assim, altere até sábado. Ficarei com o MSN ligado direto entre hoje e amanhã e meu e-mail funciona ainda, ok? ¬¬ Caso alguém precise de aprovação em algo, a hora é agora e o prazo é este.
Sobre a pontuação primária, usem a pontuação deste primeiro tópico do blog.
Seria interessante se essa ficha já viesse com pelo menos uma parte das Rotinas de vocês (tipo metade do total). Mas vou dar um tempo ainda para criarem todas as que têm direito.
Aliás, por falar nisso....
Já adianto que não tenho nada contra Focos verbais, gestuais ou aqueles considerados "simplistas", desde que tenham relação com o Paradigma de vossos personagens. No entanto, eu não aceitarei Focos "de zoação" (tipo aquele "Jesus, apaga a luz!" seu, Frejat). Esse tipo de coisa pode até fazer parte do Foco, mas não aceitarei se o Foco INTEIRO se resumir a isso.
Bem, por hora é só.
Jwen e Danee, suas ficholetas são casos à parte. Montamos elas quando vocês estiverem com tempo; basta me avisar. =)
Abraços.